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Minhas sugestões para a ENCTI 2024-2034

sábado, 20 de dezembro de 2025

          Na linha da Parte III – “RECOMENDAÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO DA ENCTI 2024-2034”, no Item “10. Popularização e Defesa da Ciência”, e seus respectivos subitens “58. Criar uma Rede Nacional Integrada de Popularização e Defesa da Ciência, abrangendo todos os níveis da Federação.” e “59. Aproveitar tecnologias digitais para difusão científica, com plataformas abertas e conteúdos acessíveis.”, sugiro o aproveitamento da já existente Plataforma Lattes para criação de uma rede social científica e aberta, (nos moldes do facebook) a fim de que os cientistas, pesquisadores e todo e qualquer profissional envolvido com Ciência e Tecnologia brasileira possam trocar informações de forma segura, em protocolo com tecnologia autóctone e de propriedade nacional, baseado em uma rede social própria descentralizada e distribuída, cujos servidores podem ser espalhados pelo território nacional, com aproveitamento da estrutura e apoio da RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa). Assim, o Brasil poderá obter segurança informacional na troca de dados sobre patentes e demais ativos de Propriedade Intelectual através de sistema com criptografia de ponta a ponta (E2EE – end-to-end encryption), e assegurando o melhor aproveitamento da Plataforma Lattes, cujo Efeito de Rede já é algo consolidado.

Não obstante, um e-mail com criptografia de ponta a ponta (E2EE – end-to-end encryption), tipo o ProtonMail, pode ser criado junto com tal rede social científica.

E também, um sistema de mensageria digital autóctone em formato de aplicativo, e com criptografia de ponta a ponta também precisa ser criado a fim de garantir segurança informacional brasileira na troca de dados científicos.

Sugestão comprimida em 1.000 caracteres:

Na linha da Parte III – “RECOMENDAÇÕES…”, no Item “10. Popularização e Defesa da Ciência”, e seus respectivos subitens “58. Criar uma Rede Nacional Integrada…” e “59. Aproveitar tecnologias digitais…”, sugiro o aproveitamento da já existente Plataforma Lattes para criação de uma rede social científica e aberta, (nos moldes do facebook) a fim de que os cientistas, pesquisadores e todo e qualquer profissional envolvido com CTI possam trocar informações de forma segura, em protocolo com tecnologia autóctone e de propriedade nacional, baseado em uma rede social própria descentralizada e distribuída, cujos servidores podem ser espalhados pelo território nacional, com aproveitamento da estrutura e apoio da RNP. Assim, o Brasil poderá obter segurança informacional na troca de dados sobre patentes e demais ativos de Propriedade Intelectual através de sistema com criptografia de ponta a ponta (E2EE), e assegurando o melhor aproveitamento da Lattes, cujo Efeito de Rede é consolidado.

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